quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Vila


Acabámos de ver o filme "A Vila" de M. Night Shyamalan (que realizou também "Sinais" que vimos há bem pouco tempo).
Sob o ponto de vista formal, "A Vila" é um filme correcto.

A eficácia narrativa parece ser a principal motivação do realizador. Isto proporciona sequências de imagens perfeitas que permitem ao espectador compreender com clareza o desenrolar da acção. O argumento foi trabalhado tendo em vista a reviravolta do costume nos filmes de Shyamalan e resulta razoavelmente.

A composição dos planos é de grande simplicidade o que também contribui para que possamos concentrar-nos nas personagens e compreender pequenos sinais que estas enviam ao espectador.

Alguns momentos inesperados fazem a sala dar um saltinho com o susto. Reparei como toda a gente esteve super concentrada. Mesmo os alunos que declararam já ter visto o filme mantiveram a atenção ao longo de toda a projecção.

No final foi proposta uma reflexão sobre o tema do filme. Sobre o resultado dessa reflexão será em breve publicado um novo post.

Resumindo e concluindo: não sendo uma obra-prima da cinematografia contemporânea, "A Vila" tem qualidade suficiente para nos chamar a atenção e manter concentrados no desenrolar da acção graças à qualidade do trabalho de realização e montagem final. Já não é nada mau!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Alguns filmes para as férias


O Ver Estrelas também vai arrumar os cadernos e guardar a mala da escola ali atrás, naquele canto. As férias da Páscoa vêm mesmo, mesmo a calhar! Além de se poder preguiçar à vontade e sem remorsos, tantos dias sem aulas vão dar para pôr em dia as idas ao cinema.

O Ver Estrelas aconselha 3 filmezinhos (para não exagerar). Um que já viu, outros 2 que quer ver. Por ordem de estreia e, portanto, com menos tempo de exibição pela frente aqui ficam:

Já está nas salas de cinema há algum tempo e decerto equivale a umas quantas toneladas de pipocas ingeridas por espectadores embasbacados. Falo (mais uma vez) de "Alice no País das Maravilhas" em versão Tim Burtoniana. Efeitos especiais de deixar os olhos em bico e personagens, literalmente, de outro mundo, fazem deste filme uma dos maiores colecções de coisas maravilhosas que ao ser humano jamais foi dada oportunidade de ver.

"Visto do Céu" é um filme realizado por Peter Jackson que se tornou conhecido do grande público pela sua triologia monumental de "O Senhor dos Anéis". Este filme já tem uma semana de exibição em Portugal (estreou na passada 5ª feira 18 de Março) e, por isso, não sei quanto tempo mais vai ficar acessível. Espero que se aguente mais uma semaninha para me dar tempo de ir vê-lo no grande écran. Este filme (bem como os outros dois que aqui refiro) é para ver numa sala de cinema, decente, de preferência. Há filmes que na televisão perdem quase todo o impacto. Ainda há quem se entusiasme por poder filmes nos MP4 e nos telemóveis...

Finalmente, com estreia marcada precisamente para o dia de hoje, 25 de Março, "O Imaginário do Doutor Parnassus" que ganhou o habitual título interpretativo para as nossas salas de cinema de "Parnassus-O Homem que Queria Enganar o Diabo" . Este filme já foi referido aqui, no Ver Estrelas. Tal como os anteriores, também este Parnassus promete viagens extraordinárias a mundos transcendentais, ajudadas por efeitos especiais de trocar o olhar ao mais corajoso dos olhares.

Boas férias e melhores filmes.

Até à próxima.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Grande pei... filme!!!


Hoje começámos a ver "Grande Peixe", realizado por um dos mais interessantes cineastas da actualidade, Tim Burton.

No 7º e 8º anos de escolaridade todos os alunos de Arte e Comunicação terão visto "O Estranho Mundo de Jack", escrito e produzido por Burton com realização de Henry Selick bem como o extraordinário "Eduardo Mãos-de-Tesoura", esse da total responsabilidade de Tim Burton. Estes dois filmes são já clássicos da cultura contemporânea e fazem parte de qualquer lista dos melhores filmes de sempre.

"Grande Peixe" é um filme onde a realidade e a ficção se confundem no mesmo espaço narrativo levando o espectador a partilhar das dúvidas manifestadas pela personagem do filho de Edward Bloom. No final podemos reflectir sobre a fronteira que existe entre a verdade e a realidade que, ao que parece, não são a mesma coisa. Nem de longe, nem de perto... ou serão?

Um grande filme, de um realizador muito especial.
Para os mais distraídos aproveita-se esta oportunidade para recordar que se encontra actualmente em exibição a mais recente versão de Alice no País das Maravilhas, da autoria de Burton. Um espectáculo visual a não perder.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Sinais


Sinais é um filme de ficção científica realizado em 2002 por M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, O Protegido, A Vila, A Senhora na Água).



O filme conta-nos a história de uma família que passa por momentos difíceis devido à morte da mãe, por atropelamento .





Shyamalan surge em todos os seus filmes, representando pequenos papéis. Aqui ele é um médico com alguns problemas graves por resolver com a família Hess.



Entre o terror e a ficção científica, Sinais foi um dos grandes sucessos de bilheteira do ano de 2002. Shyamalan parecia lançado para uma carreira extraordinária. Os seus filmes até ali haviam tido uma grande aceitação do público e da crítica mas, após Sinais, começaram a obter menos sucesso.





quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Romeu e Julieta


Aproxima-se a aula em que acabaremos de ver Romeu e Julieta, o filme de Baz Luhrmann realizado em 1996.

O trabalho relacionado com este filme será individual.

Deves escrever um texto crítico e de opinião com um mínimo de 15 linhas e um máximo de 30, onde exponhas ideias pessoais e devidamente fundamentadas sobre este filme.

Gostaste? Detestaste? Ficaste indiferente? Todas as reacções são, evidentemente, aceitáveis desde que expliques claramente as suas causas.

Ao contrário do que, por vezes, nos querem fazer crer, os gostos discutem-se! Discutir os gostos individuais não significa que desejemos impôr um gosto único formatado. Discutir os gostos ajuda-nos a compreender o mundo que nos rodeia e o lugar que neles podemos ocupar.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ficha de Trabalho


Temos um trabalho de casa para entregar na próxima 5ª feira. Trata-se de uma ficha de trabalho relacionada com os dois últimos filmes que analisámos nas aulas. As questões são as que se seguem. Quem tiver perdido a folha distribuída na sala de aula tem aqui a oportunidade de não falhar o trabalho. É muito importante respeitar os prazos de entrega.




1- Faz uma sinopse do filme. Tenta ser sintético(a) e objectivo(a). Escreve um texto com princípio, meio e fim.

2- A verdade é só uma: “School of Rock” é seco, insípido, apalhaçado e quase totalmente vazio - diga-se mesmo: chato. (…) Jack Black faz o que pode. Faz sobretudo o que não pode. Repetir-se e esgotar-se nas mesmíssimas piruetas e suores, mais provocados decerto pelo pânico de estar num filme limitado do que, propriamente, pela amplitude de esforço. Repete as suas limitações como actor cómico e falha nos momentos de índole psicológica a motivar os pupilos.

Ricardo Jorge Tomé

2.1- Concordas com esta crítica? Expõe a tua opinião sobre o filme comentando o texto acima transcrito.


3- “Escola de Rock” e “A Turma” são dois filmes sobre escolas e sobre as relações entre professores e alunos. Qual te pareceu mais interessante? Justifica a tua opinião realçando semelhanças e diferenças.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Trabalho de grupo


O início das apresentações dos trabalhos de grupo está agendado para a próxima 5ª feira, 4 de Fevereiro.

As características e indicações gerais para o dito trabalho podem ser recordadas clicando aqui (vais parar 3 mensagens mais abaixo).

Ah, cada grupo deverá escolher um título para o respectivo trabalho.

Não te esqueças nem te desleixes, faz lá isso e fá-lo com rigor e criatividade.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Contraste


Hoje terminámos o visonamento de "A Turma" e iniciámos o de "Escola de Rock". Poderemos dizer que ambos os filmes são sobre "a" escola. Se isso puder ser considerado como semelhança, talvez seja a única.

Passar "Escola de Rock" imediatamente após "A Turma" não é uma atitude irreflectida e, muito menos, inocente. Com esta reviravolta algo brusca no espírito e objectivos dos filmes que estamos a visionar pretende-se vincar bem a diferença entre o cinema comercial saído da máquina industrial que é Hollywood e um outro género de cinema, mais difícil de rotular, que podemos chamar como Cinema Europeu. Pretende-se acentuar o contraste entre dois universos cinematográficos bastante diferentes.

Os filmes de Hollywood têm como grande (e muitas vezes) principal ambição proporcionar boas vendas de pipocas e Pepsi cola. As salas de cinema transformam-se numa sinfonia de mastigadelas e daqueles barulhos irritantes que se fazem com as palhinhas de plástico quando o liquído da cola chega ao fundinho do copo. Talvez por isso se tenham vulgarizado os sistemas de som "surrond", quadrifónicos e ensurdecedores. Não há barulho de pipoca que resista!

O Cinema Europeu, por outro lado, é mais a dar para o intelectual. Se uma pessoa comer uma pipoquinha que seja o mais natural é que haja logo quem manifeste o incómodo por se estar a quebrar o silêncio, tantas vezes sagrado neste tipo de filmes.

Em suma, esta sequência de filmes nas aulas de Arte e Comunicação, pretende mostrar como ambas as máquinas de produzir filmes nos podem oferecer produtos agradáveis e interessantes. "A Turma" preencheu-nos um espaço de reflexão de alguma profundidade pela sua dimensão realista, "Escola de Rock" irá entreter-nos agradavelmente sem nos estupidificar demasiado.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Entre paredes


"Entre les Murs" venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2008. Só esta distinção seria o suficiente para nos chamar a atenção para o filme uma vez que se trata de um dos mais importantes festivais de cinema realizados na Europa. Mas, A Turma (título da versão portuguesa) é sem dúvida um filme especial.

Ao vermos A Turma poderemos reflectir, entre outros aspectos, sobre o facto de encontrarmos filmes bastante "estranhos" na cinematografia europeia que se distinguem com nitidez do habituais produtos da indústria de Hollywood que dominam nas salas de cinema com pipocas e nas televisões portuguesas.

A Turma propõe uma situação que nos é familiar e com a qual nos identificamos: o quotidiano de uma sala de aulas numa escola secundária. Esse é um dos seus principais atractivos, a nossa capacidade de compreender totalmente aquilo que nos é descrito.

Na aula em que começámos a visionar A Turma foi estranho verificar que aquela sala que estávamos a ver no écrã parecia prolongar-se na nossa. Nós rimos quando os alunos e o professor do filme riram e sentimos a tensão como se estivéssemos lá, dentro do filme. E ainda mal começámos!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Trabalho de grupo tendo como pretexto o filme PERSEPOLIS


Procurem o significado
de
Teocracia …
…
e de
Democracia.
Estabeleçam uma comparação entre os dois sistemas enaltecendo o que vos parecer

mais positivo e mais negativo em cada um deles.


O vosso trabalho deve incluir texto e imagem.
Devem ter em conta que será apresentado à turma, daí que seja importante conseguir uma situação de comunicação dinâmica.

sábado, 9 de janeiro de 2010

A meio caminho de Persepolis




Agora que já vimos mais de metade do filme, penso que as opiniões menos entusiastas de alguns alunos quando iniciámos o visionamento estão completamente ultrapassadas.

Persepolis é, de facto, um espantoso filme de animação.

O argumento, adaptado da Banda Desenhada com o mesmo título, é sólido e imaginativo. As personagens apresentam uma complexidade notável.

A técnica de animação, num preto e branco requintado, surpreende pela beleza gráfica e pela profundidade inesperada de certos enquadramentos.

Enfim, não vale a pena adiantar muitos mais pormenores uma vez que iremos concluir o visionamento na próxima 2ª feira, dia 11 de Janeiro e, nessa ocasião, teremos tempo para uma análise mais incisiva sobre as qualidades do filme num debate que se espera vivo e participado.

Ainda nessa aula iremos preencher uma pequena ficha e será também apresentado o próximo trabalho de grupo.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Avatar


Hoje fui ver o filme Avatar e posso dizer-vos que é absolutamente espectacular. A acção decorre no planeta Pandora que é o grande protagonista de toda a história. A inventividade visual dos responsáveis pelos efeitos especiais é de deixar uma pessoa de boca aberta. É certo que temos de colocar uns óculos especiais para podermos entrar no universo tridimensional de Avatar, talvez dentro de alguns anos a tecnologia venha a dispensar essa necessidade, mas a viagem é emocionante.
Arranja maneira de dar um salto ao cinema para veres este filme. Sem dúvida o acontecimento cinematográfico do ano em termos tecnológicos. O argumento... bom, não é por aí que Avatar vai direitinho para a História do cinema mas também não é nada de deitar fora. Trata-se de uma história clássica mil vezes adaptada. Os bons contra os maus que são uns gananciosos e nem sequer falta o duelo final. Quem vence? Isso agora...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O filme mais caro de toda a história do cinema (pelo menos até anteontem)


Estreia na próxima 5ª feira (ou já terá estreado se estiveres a ler este post depois do dia 17 de Dezembro) um dos filmes mais aguardados dos últimos anos. Falo de Avatar (site oficial aqui) que ostenta o título um pouco incómodo de "filme mais caro de sempre". Sim, porque a um filme que custa assim tanto dinheiro exige-se que seja, no mínimo, extraordinário e, no máximo, espectacularmente genial! Menos do que isso e será um falhanço estrondoso.

Para já, e a avaliar pela campanha publicitária, o sucesso de público está garantido à partida. Avatar vai vender montanhas de pipocas e oceanos de pepsi-cola.

Como sempre, o melhor é evitar descortinar demasiados pormenores relacionados com o argumento do filme para que a ida ao cinema possa produzir algum efeito de surpresa. Nada pior do que saber que naquela cena vai acontecer isto e na outra vai acontecer aquilo. Basta o trailer.

Seja como for, diz quem já viu mais qualquer coisinha, que a prometida revolução no futuro do cinema que vinha colada a este filme não é cumprida na totalidade. Se em termos visuais e tecnológicos há um avanço notório, no que diz respeito ao argumento a coisa não é assim tão inovadora quanto isso. Parece que a história é mais do mesmo, recheada de estereotipos e com alguns traços potencialmente aborrecidos. Quem sabe? O melhor juiz somos nós próprios!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Filmes para o próximo período


Alguns filmes que iremos ver no próximo período:

-Logo a abrir o 2º período iremos ver uma animação intitulada Persepolis (clica aqui para veres o trailer). Como podes constatar vendo o trailer, além de ter sido nomeado para o Oscar de melhor filme de língua estrangeira, Persepolis foi galardoado com um grande número de prémios em montes de festivais de cinema. Mmmmh, alguma coisa haverá de ter de especial esta animação bidimensional (quase toda) a preto e branco para merecer tanta atenção e aplausos.

Antes de vermos este filme teremos de nos informar acerca da História recente do Irão.





-Depois continuaremos em filmes de língua francesa com A Turma (Entre les Murs, no original-trailer aqui). Para este filme não será necessária grande preparação já que somos todos especialistas no seu tema central: a escola. Este filme será pretexto para algumas reflexões sobre o que andamos para aqui a fazer (ou não).




-Por falar em escola e para desanuviar um pouco, veremos Escola de Rock (School of Rock-trailer). Um filme com uma narrativa deslizante e extraordinariamente bem disposto. Sevirá para estabelecermos algumas comparações com o filme anterior.



quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Adaptações

Muitos filmes resultam de adaptações. Adaptam-se obras literárias às exigências do écrã, adaptam-se filmes antigos aos tempos modernos, adaptam-se bailados, peças de teatro, séries de televisão, histórias e personagens de Banda Desenhada, os pretextos para fazer adaptações são extraordinariamente variados e quase tudo pode estar na origem de um argumento cinematográfico.

O filme que acabámos de ver, Os Irmãos Grimm, distorce um pouco o conceito de adaptação. O argumentista pegou nas personagens reais dos Grimm e colocou-as no centro de uma trama que cruza a História real do século XIX com situações fantásticas retiradas dos contos populares alemães por eles registados. Certamente reparaste que Jack (interpretado por Heath Ledger) trazia sempre consigo um caderno onde ia registando os acontecimentos do dia-a-dia.

O Capuchinho Vermelho, Hansel e Gretel, Rapunzel, etc. teriam sido histórias verdadeiras que depois acabaram por originar contos de fadas. Este filme tem um argumento original que resulta de uma espécie de colagem de fragmentos de contos de fadas com situações mais ou menos neles baseadas e ainda com produtos da imaginação dos argumentistas.

Importa reflectir sobre o termo "adaptação". No Diconário de Língua Portuguesa da Porto Editora, 5ª Edição, consta que se trata de um substantivo feminino, acto ou efeito de adaptar (...); isto leva-nos a procurar "adaptar"; verbo transitivo, ajustar (uma coisa a outra); adequar; apropriar, (...).

Quando fores ver, por exemplo, o novo filme de Robert Zemeckis "Um Conto de Natal", na presente adaptação para cinema em 3D do conto de Charles Dickens, com Jim Carey transformado numa espécie de desenho animado (ver aqui o trailer com legendas em português e aqui, sem legendas), pensa nisto. O autor e os argumentistas apropriaram-se do conto, ajustaram a narrativa e as personagens às capacidades do actor principal, tentando adequar a acção às extraordinárias possibilidades da tecnologia utilizada.

De qualquer dos modos, entre a história original e as sucessivas adaptações de que tem sido alvo, há sempre mudanças significativas. Este é o espírito da adaptação.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Qualquer coisa sobre Terry Gilliam


Na aula de apresentação de Os Irmãos Grimm falou-se do realizador, Terry Gilliam, mas não se adiantou grande (nem pequena) coisa sobre esse senhor.

Foi referido o seu filme mais recente, O Imaginário do Doutor Parnassus, última aparição no cinema do malogrado Heath Ledger, (na foto) recentemente falecido. Ao procurar informação sobre esse filme encontrei o trailer (clicaqui) que dá uma boa imagem do imaginário cinematográfico de Terry Gilliam.

Efeitos especiais estonteantes e cenários oníricos são a sua imagem de marca. Talvez, por vezes, tenha tendência para esquecer que está a contar uma história mas a espectacularidade das imagens acaba por ser uma boa desculpa.

Para já continuaremos a ver Os Irmãos Grimm nas próximas aulas. O Doutor Parnassus chega aos cinemas lá mais para diante (não sei quando mas penso que brevemente).



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O primeiro desenho animado a cores!


Na sua busca incessante de motivos de interesse que contribuam para o enriquecimento da cultura visual dos alunos de Arte e Comunicação, o blogue Ver Estrelas tem a honra e o prazer de apresentar aquele que é considerado o primeiro desenho animado colorido de todos os tempos.

Trata-se de Flowers and Trees, da autoria de Walt Disney, realizado em 1932, um estrondoso sucesso de público.


para veres clicaqui (excelente qualidade de imagem em HD)


O velho Walt haveria de coleccionar 32 Oscars da Academia de Hollywood ao longo da sua vida. Após a morte do criador dos estúdios Disney, o sucesso dos filmes aí produzidos continuou durante muito tempo até que a Pixar começou a dar nas vistas com as suas animações totalmente computorizadas. Toy Story foi a primeira produção longa da Pixar que, a partir daí nunca mais parou de criar filmes excelentes que aliam uma extraordinária inventividade técnica a argumentos que ultrapassam o estereotipo do filmezinho "bem comportado" sem nunca deixar de se "portar bem". O mais recente foi Up-Altamente... mas isso é outra história.

Para já desfruta de Flowers and Trees, uma história de amor e ódio com um dos mais terríveis vilões da história do cinema.

Lembro-me que, quando eu era uma criança pequena e via este desenho animado na televisão a preto e branco, me deixava próximo do aterrorizado. Outros tempos, com menos monstros e mais ingenuidade. Ou talvez não...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Alice




Na sequência do jogo/trabalho que fizemos na aula da passada segunda-feira, aqui fica o trailer do filme "Alice no País das Maravilhas"- não sei se será este o título da versão portugusa - ("Alice in Wonderland") de Tim Burton que irá estrear no próximo ano.








Pela amostra o filme promete momentos de extraordinário espectáculo visual e alguma loucura narrativa. Quem conhece a obra de Tim Burton (por aqui entras no site oficial deste senhor) só pode esfregar as mãos de impaciência. Nunca mais é Março!

sábado, 28 de novembro de 2009

Apresentações


Finalmente lá se fizeram as apresentações dos trabalhos de grupo sobre o filme "Stand By Me/Conta Comigo". Apesar de haver ainda um grupo em falta (a aluna que tinha a "pen" faltou à aula, há azares que nunca acabam!) o resultado global pode considerar-se satisfatório se bem que muito longe do brilhante.

Para começar não foi mau mas o grau de exigência em futuras apresentações será um pouco mais elevado. Da próxima vez a turma terá de esforçar-se (muito) mais para cumprir os prazos estabelecidos.

A avaliação dos diferentes trabalhos foi de 3+ com a excepção do trabalho apresentado pelo grupo formado pela Beatriz, a Ana Sela, o Bernardo, o Rafael e a Ana Sousa que foi avaliado com nível 4.
Nota: o grupo em falta está, neste momento, avaliado com nível 1.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Oktapodi


Com ainda há muitos alunos da turma que não interiorizaram o significado de "curta", aqui fica mais um filmezinho para ilustrar o conceito. Trata-se de "Oktapodi", uma animação de curta-metragem realizada em 2007 mas que viria a ganhar o Oscar para melhor "curta" de animação este ano, 2009 para os mais distraídos.

É um filme com dois minutos e meio repletos de paixão, acção e aventura. A não perder!


Para ver clicar aqui



O filmezinho ganhou mais uma mão cheia de prémios que podes conferir aqui, no site oficial de Oktapodi.